O que vivi na V!


por Carolina Carvalho, pós-júnior da V!



Dia desses parei para fazer uma retrospectiva da minha vida universitária, que, inclusive, logo logo vai chegar ao fim, e percebi que durante cada um dos meus períodos na graduação, eu vivia um momento diferente e importante na V! Em outras palavras, a minha história no curso de Jornalismo se confunde à minha história dentro da Verbalize. Até hoje há quem me associe diretamente ao amarelinho da V! e ao movimento que mudou a minha vida. O fato é que conheci a Verbalize logo no meu primeiro período. Na verdade, conhecer é uma palavra muito forte, mas foi ali, no primeiro semestre de 2016, que eu ouvi falar pela primeira vez nessa empresa de ar super “cool” e de membros tão legais. Me interessei. Meus olhinhos de caloura brilharam diante da proposta daquele nome estranho que eu nunca tinha escutado falar: empresa júnior.


Bom, o período passou e bem lá no finalzinho veio o anúncio que eu tanto esperei: processo seletivo aberto na V! Ah! Meu momento finalmente tinha chegado! Corri para me inscrever! Digitei minha carta de intenção tão, mas tão empolgada! E então, no meu segundo período, lá estava eu no processo seletivo/processo trainee. Não vou mentir: não foi nada fácil acordar cedo todos os dias, durante aquelas quatro longas semanas. Mas eu conheci tanta gente legal! Foi ali que eu percebi que a essência da Verbalize era a felicidade. Todo mundo dentro da empresa parecia tão feliz! Eu quis muito ser feliz que nem todos eles e… Consegui! Fui efetivada na empresa como Assessora de Comunicação. Me apavorei! Jurei que não ia conseguir suprir às expectativas e, até hoje, me pergunto como foi que isso aconteceu, mas, a partir dali, eu já comecei a ser feliz.

Fui Assessora de Comunicação durante duas gestões, cada uma, equivalia antes, a um semestre do ano civil. Foi nesse setor que eu descobri meu potencial criativo. Vivi coisas lindas com a galera de Comunicação. Aprendi a tirar foto, a mexer no Photoshop, a gerenciar mídias sociais, a ter ideias malucas, a desenhar meus pensamentos e a me divertir trabalhando. Ah! Não posso esquecer que fui Coordenadora do Núcleo Produtivo de Audiovisual. Legal, né!? Foi quando comecei a aprender a liderar, bem tímida, com medo de atrapalhar… Quando eu percebi, Audiovisual já voava alto e eu era parte daquilo ali.


Ao final de duas gestões, me candidatei à Diretoria de Projetos. Hã!? Sim!!! É que o Núcleo Produtivo e o desejo de liderar tomou conta de mim! Durante uma das extintas Reuniões Presenciais da FEJEMG (Federação das Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais) eu percebi que o Movimento Empresa Júnior (MEJ) falava alto dentro de mim! Eu queria que todo mundo que estivesse dentro da V! sentisse como eu me sentia: pertencente a algo muito maior do que o nosso entendimento. Fui eleita Diretora de Projetos numa época em que o setor não funcionava com assessores e que o trabalho era muito, mas a grana que entrava para a empresa era bem pouca. Foi quando eu conheci a Verbalize de verdade. Junto com um time incrível que formava a Diretoria Executiva da V! na gestão 2017.2 ajudei a “arrumar a casa”. Foram muitas reuniões, muitos documentos, idas ao banco, ao contador, ao departamento… Por fim, a V! entrava no eixo e a gestão ia chegando ao final. Pensei em me despedir, mas pera aí! Eu ainda tinha muito o que viver nessa empresa.


Me candidatei e fui eleita Diretora Presidente da Verbalize. Nunca fui tão feliz quanto fui no ano de 2018. Terminamos de ajustar as coisas dentro da empresa e começamos a alçar vôos maiores. Fechamos muito projetos, comemos muito, conhecemos muita gente legal, assinamos várias papeladas, fomos a banco, cartório, contador… Quanta coisa nós fizemos em 2018! Depois de muito trabalho e dedicação, o time da gestão 2018 federou a Verbalize! Meu Deus! Durante o maior ENEJ (Encontro Nacional de Empresas Juniores) de todos os tempos e que aconteceu bem aqui, em Ouro Preto! Depois disso, eu ainda tive a honra de subir ao palco do Prêmio FEJEMG representando a V! Foi um ano incrível, de conquistas enormes, mas foi aí que eu senti que a minha trajetória no MEJ estava chegando ao final.


Me despedi da V!, mas resolvi ficar sempre por perto: me elegi Conselheira Consultiva da empresa. É verdade que a correria do dia a dia no final do curso tem me engolido e eu passo menos tempo com a Verbalize do que eu gostaria, mas eu tô sempre por perto. É que a Verbalize me ensinou tanta coisa, me abriu tantas portas e me apresentou tanta gente que eu sempre vou ter uma dívida com ela, com os seus membros e pós juniores. Sempre vou estar por perto. Espero que você, cara leitora ou caro leitor, sinta o mesmo que eu algum dia e que encontre algo tão transformador quanto a minha relação com a V, afinal, fazer parte da Verbalize é se descobrir plural e única ao mesmo tempo.

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